Tempo de mudança: depressão

[Maggi Krause]

Se você tem um trabalho fixo e um companheiro, já tem menos chances de ser vítima da depressão pós-parto, segundo o psiquiatra Antônio Hélio Guerra.”Mães solteiras e desempregas estão mais propensas a ter uma depressão pós-parto do que aquelas que passam a gestação ao lado do marido e com a segurança de um emprego”, exemplifica o profissional.

Confira na tabela os três tipos de depressão pós-parto

TIPO

DURAÇÃO

SINTOMAS

TRATAMENTO

Tristeza Materna (ouBaby Blues), atinge 70 a 85% das mulheres

Após o parto, de algumas horas até duas semanas

Instabilidades de humor constantes, impaciência, irritação, ansiedade, sensação de solidão e agonia

Não exige

Depressão pós-parto, atinge 10% a 15% das mulheres

Meses

Mais intensos do que a tristeza materna, mulher depressiva com pensamentos negativos, irritabilidade aguda, sonolência, agressividade, ansiedade.

Cuidados médicos, tratamentos com remédios e terapias.

Depressão Psicótica, atinge uma em cada 5000 mães

Não determinada, a mulher fica fora do estado normal de lucidez e pode cometer suicídio ou infanticídio.

Delícios e alucinações, raiva, insônia e comportamento agressivo

Internação hospitalar e acompanhamento de especialista

* informações com base em matéria de Andréia Meneguete para o site Guia da Semana.