O caminho do meio

[Maggi Krause]

O ThirdPath Institute, fundado por Jessica DeGroot, uma especialista e consultora em assuntos de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, discute um terceiro caminho a ser seguido: antes era preciso escolher entre dedicar-se mais ao trabalho ou à vida familiar; o terceiro caminho seria a integração dos dois.

No site www.thirdpath.org é possível conhecer os fundamentos do instituto, que são principalmente três: redesenhando a família, redesenhando o trabalho e redesenhando a liderança. O objetivo de Jessica é pressionar para que as empresas sejam mais flexíveis, as políticas públicas, mais encorajadoras e as discussões em casa, mais produtivas.

Na seção Redesigning Family, aparece logo Shared Care (ou cuidado partilhado), onde ela defende que a divisão nos cuidados com as crianças incentiva a verdadeira parceria. Leia algumas vantagens apontadas por Jessica:

  • fazer um revezamento nos cuidados com as crianças permite que o parceiro tenha uma folga e possa voltar a cuidar delas revigorado depois.
  • revezar também permite apreciar os prazeres e os desafios desse trabalho e se solidarizar com o parceiro quanto à essa experiência.
  • dividir a paternidade melhora a comunicação e aproxima o casal. A palavra PARCEIRO tem outro significado se as responsabilidades domésticas, de trabalho e com os filhos são divididas.
  • poder dividir as experiências e os estresses de trabalho (fora de casa) também é um benefício (ao contrário de quando um dos cônjuges fica em casa e o outro trabalha).
  • dois adultos irão conhecer e entender em profundidade suas crianças (e não só um dos pais) e também aprender com os erros e experiências do outro.

Equilibrados e engajados

[Maggi Krause]

Host de um site sobre Equally Shared Parenting, www.equallysharedparenting.com, o casal americano Marc e Amy Vachon defende a divisão igualitária como seu hobby. Eles mantêm o site, dão workshops e consultoria a casais sobre o assunto, que inclui repensar suas prioridades se você está em busca de EQUILÍBRIO ao invés de riquezas materiais e realizações.

Ambos optaram por reduzir horas de trabalho e se alternar no cuidado com a casa e com os dois filhos. Segundo eles, equal sharing ou casal igualmente equilibrista, como nós o chamaríamos aqui no site, faz sentido por que:

  • é a nova fronteira do feminismo. Primeiro as mulheres ganharam o direito ao voto… Agora é hora de brindá-las com a igualdade em casa.
  • é um caminho de equilíbrio pra os homens. Nem todos querem que suas carreiras sejam um empecilho para que eles participem significativamente nas vidas dos filhos.
  • é uma vitória dupla para os filhos, que ganham intimidade com ambos os pais.
  • é ótimo para o casamento – incentiva a cumplicidade e a comunicação (e o sexo!).

“Por outro lado, a divisão igualitária exige coragem. Em geral, os homens precisam dar adeus ao prestígio de uma carreira que exige trabalho dobrado e as mulheres precisam deixar o controle que detinham sobre a casa e com os filhos. A divisão igualitária exige compromisso, muita comunicação, flexibilidade e habilidade de negociação”, ensinam Marc e Amy.

Marc e Amy atingiram o equilíbrio entre trabalho, casa, família e diversão. O site deles, http://equallysharedparenting.com, é recheado de dicas para essas quatro áreas da vida. Clique em How it works e ali você lerá os benefícios em cada uma das áreas e receba conselhos (tricks and tips) de como renegociar seu horário de trabalho ou de como criar os filhos em 5 fases distintas da vida. O mais bacana de tudo é o item Making it work for you, que declara que cada casal pode até aproveitar algumas dicas, mas precisa criar sua própria fórmula. É assim também que as equilibristas desse site enxergam a negociação de tarefas no dia-a-dia: não existem receitas prontas, as soluções são particulares de cada casal – isso em todas as áreas da vida!

Oito passos contra a culpa

[Maggi Krause]

A autora do livro Getting it Right, How Working Mothers Sucessfully Take Up the Challenge of Life, Family, and Career, da editora Touchstone, confessa: é preciso assumir que a culpa é um “custo-embutido” da equação mãe-profissional.Ou seja, o sentimento será sempre aquela sombra que acompanha a vida de quem se divide entre o cuidado com os filhos e o desenvolvimento da carreira. E por isso a melhor receita é não dar tanto espaço para a culpa e não deixar que nos façam sentir culpadas sem o nosso próprio consentimento!

OS OITO PASSOS de Laraine T. Zappert contra a culpa:

Passo 1 – Quando lidar com a culpa, adote estratégias cognitivas.

Ela sugere aplicar pensamento racional para resolver conflitos emocionais. Estratégias cognitivas incluem quebrar um problema em pequenas partes administráveis. Outra coisa, em vez de nos concentrarmos em coisas que não fizemos direito (como se atrasar para pegar a criança na escolinha, por exemplo), é melhor focalizar um jeito de evitar o mesmo erro. O objetivo é diminuir a culpa sem propósito, por coisas que a gente nem sempre pode controlar…

Passo 2 – Concentre-se nos fatos.

Conseguir informação é uma estratégia cognitiva fundamental. Informe-se sobre a creche ou a escola se tem dúvidas sobre o desenvolvimento da criança. Leia estudos como esse da psicóloga Elizabeth Harvey que concluiu que “se a qualidade da relação mãe-filhos em casa é boa, ter uma mãe que trabalha não prejudica as crianças”. Além de um alívio, estudos como esse ajudam a resolver dúvidas e recriminações tão comuns às mães que trabalham.

Passo 3 – Considere uma perspectiva de longo prazo.

A culpa que você tem ao deixar um bebê pequeno e ir trabalhar é muito diferente da que você sente quando a criança já é mais velha e vai à escola. Colocar a carreira em segundo plano quanto os filhos são adolescentes para depois retomá-la pode significar não conseguir mais uma colocação tão boa. Ou seja, focar somente em um momento pode resultar em decisões que você não tomaria se olhasse todo o quadro.

Passo 4 – Estimule a participação: família é esforço em equipe.

Mesmo quem já divide a criação dos filhos com o parceiro, ainda carrega uma responsabilidade psicológica pelo bem-estar das crianças. Isso é uma semente para a culpa. Mães são as primeiras acusadas quando algo não vai bem com as crianças.

Mas não dá para esquecer que essa responsabilidade pelas crianças é compartilhada e é preciso dar mais participação aos pais. Nós nos preocupamos demais e eles, de menos… mas só porque permitimos isso. Dá para maneirar nesse caso:

– assumindo menos propriedade psicológica de coisas que na verdade são responsabilidade compartilhada.

– convidando o parceiro a participar das decisões e execuções de uma série de responsabilidades no cuidado com as crianças.

– Deixar a pessoa responsável totalmente responsável por seus feitos (e não ficar se culpando pelos erros dos outros!)

Passo 5 – Reavalie suas expectativas.

O drive e a determinação que servem muito bem na carreira podem ser nocivos quando carregados para casa. Simples: a mania de perfeição e da mulher gera expectativas de que, apesar de trabalhar o dia todo e ser a responsável pelas crianças e a administração da casa, vai conseguir uma casa sempre bonita e organizada. Caia na real e não se culpe se a casa não estiver maravilhosa.

Passo 6 – Cerque-se de pessoas que compartilham das suas inquietações.

Não existe forma melhor de se livrar da culpa desnecessária do que achar outras pessoas que compartilham das mesmas preocupações. Comece a conversar sobre este e outros assuntos com as mães que trabalham e perceba que a culpa materna é aliviada. Que tal começar já no blog do  www.vidadeequilibrista.com.br?

Passo 7 – Verifique se existe uma causa.

Às vezes a culpa pode ser estimulada por outras pessoas. Uma cunhada que lhe envia um artigo sobre adolescentes com problema de drogas na época em que você recebeu uma promoção no trabalho só pode estar querendo azedar seu sucesso profissional. Considere as ansiedades das outras pessoas e reconheça seus sentimentos. Mas não autorize os outros a julgar as suas escolhas.  

Passo 8 – Enfoque o lado positivo.  

Podemos enfocar o lado negativo da vida de equilibrista, ficando preocupadas e obcecadas sobre se estamos ou não fazendo a coisa certa, ou então, decidir por fazer as melhores escolhas, baseadas na melhor informação que obtivemos. Reconhecer o lado positivo das nossas escolhas já mina uma bela parte da culpa.   

Um basta para a culpa

[Cecília Troiano]

De um jeito ou de outro, nós mulheres sempre nos sentimos culpadas. Temos culpa por trabalhar e deixar os filhos. Temos culpa se não trabalhamos porque nos sentimos inúteis e ainda deixamos o companheiro, quando o temos, como único provedor da casa. Temos culpa de voltar mais cedo para casa na véspera de uma apresentação importante na empresa. Temos culpa se damos aquela esticada para terminar um job importantíssimo e chegamos tarde em casa. Temos culpa se não fazemos ginástica e o nosso corpo fica devendo no teste da praia. Temos culpa se malhamos quando deveríamos estar usando essas horas para estar com o marido, curtindo a vida a dois.

É culpa demais!!! Precisamos dar um basta nessa culpa antes que ela nos engula. Será que conseguimos? Esse sentimento onipresente da culpa se espalha como água, é difícil de conter. Na pesquisa que fiz para ilustrar meu livro, “Vida de Equilibrista: dores e delícias da mãe que trabalha”, perguntei para as mães qual era a intensidade da culpa de cada uma das 850 brasileiras que entrevistei. Construí um “termômetro da culpa” usando uma escala de 0 a 10. E qual foi a média da culpa das mães que trabalham? Sete! Não chega a ser uma culpa insuportável, mas é bem marcante. E mais do que isso, incomoda demais a todas nós.

O problema da culpa é como se lida com ela. Querer compensar o tempo perdido, além de não ser possível, gera uma frustração generalizada, em nós e entre os que nos cercam.

Não sou muito boa para dar conselhos, mas para lidar com a culpa, especialmente das mães que trabalham, gosto de me lembrar da frase do pediatra dos meus filhos: “A falta de mãe é perigosa e o excesso intoxica”. Tão importante quanto estar com nossos filhos é também não estar com eles o tempo todo. Tanto a valorização do tempo passado junto quanto o querer um ao outro se intensificam. Você sente o desejo de estar com o filho – porque não está naquele momento – e ele vai continuar querendo que você volte! Essa constatação, aparentemente simples, já pode ser suficiente para deixar muitas mães aliviadas.

E para terminar por cima, tenho uma boa notícia. Se no termômetro da culpa o nível atingiu a casa dos 7, construí também um “termômetro da felicidade”. Queria saber como as equilibristas enxergavam suas vidas e quão satisfeitas estavam com elas. Acreditem, a nota da felicidade é 9. A felicidade das mães que trabalham fora é maior do que a culpa! Exatamente por isso, creio eu, as mães conseguem achar energia e determinação para seguir adiante. Se a culpa fosse superior à felicidade, dificilmente as mães conseguiriam levar em frente seus projetos profissionais. Ufa, ainda bem!

Um basta para a culpa e vamos em frente! Boa sorte!

Livre, leve e bem feliz!

[Ana Dini]

O número de mães que se sentem culpadas cresce a cada dia. Como o meu trabalho se relaciona com a formação e o desenvolvimento de crianças, escuto e dou atenção especial à culpa das mulheres no que se refere aos seus filhos, mas sei que a nossa culpa não começa nem termina aí.

Essa não é apenas uma tendência do mundo pós-moderno em que vivemos. Nossa culpa não é de hoje, temos carregado a maldita por séculos, talvez tenhamos sido geradas com ela, ou, quem sabe, conquistado-a quando oferecemos o Adão o tal do fruto proibido. Fomos vítimas de uma história mal contada, a “queda” da humanidade não se deu por nossa causa. Acreditar nisso é ver só um lado de uma longa história.

E é aí que reside todo o perigo, quando nos culpamos, passamos a ver tudo a nossa volta com uma perspectiva única: a nossa.

A criança desde muito cedo precisa se sentir amada, querida, segura. Ela não tem mecanismos para se sentir assim sozinha, é preciso que nós a autorizemos. Essa autorização valida seu desenvolvimento emocional, social, físico e também intelectual.  A mãe, em geral, representa para a criança a ligação com o mundo. A criança estabelece por meio dessa relação o contato com o mundo exterior e o exercício para o contato com seu mundo interior.

À medida que nos sentimos culpadas e conseqüentemente inseguras por não estarmos fazendo tudo da forma como gostaríamos – às vezes até porque nem sempre sabemos o que exatamente queremos -, passamos aos nossos filhos a mensagem de que as coisas não vão bem, e pra eles é impossível ficar bem.

Para ilustrar o que estou dizendo vai aí uma história. A mãe  de um menino de quatro anos, acostumada a trabalhar meio período, de repente, se viu em uma situação que a “obrigava” a trabalhar em período integral. Completamente insatisfeita com a situação, a mãe tinha certeza de que seu filho não poderia ficar bem a tarde toda em companhia da empregada, ou com quem quer que fosse. Não demorou muito para o menino, autorizado (ainda que de modo inconsciente) pela mãe, ter crises de bronquite, coisa que nunca havia acontecido antes. Foram noites viradas em pronto socorro, sofrimento por parte dos pais e da criança.

Todos os remédios, tratamentos homeopáticos e alopáticos foram em vão; a criança não melhorava e a mãe tinha certeza: “Ele está assim porque eu estou ausente, a vida dele mudou completamente. Coitadinho!!!” (e  que perigo para auto-estima ser visto como coitado!).

 A situação era grave e, por isso, fácil de ser detectada. Quero alertá-las: nem sempre é assim, às vezes a culpa aparece sorrateiramente e vai nos tomando pouco a pouco. Quando vemos, nossos filhos também já estão contaminados e nem sabemos como tudo começou.

Foi necessário um grande esforço dessa mãe para conseguir separar o seu descontentamento com a situação, foi difícil para ela compreender o que o filho pudesse realmente estar sentindo com a sua ausência.Ela precisou pensar e planejar alternativas possíveis para um menino de quatro anos que talvez nem mais precisasse da sua companhia diária para brincar (e aqui foi necessário que ela aceitasse o seu crescimento). A situação exigiu que essa mãe deixasse de se sentir “obrigada” a trabalhar o dia todo e sim, pensar em alternativas que lhe possibilitassem uma mudança na sua vida que lhe trouxessem satisfação, mesmo vivenciando uma situação adversa. Parece impossível?  Mas não é, eu garanto, porque essa história é minha.

Hoje me sinto livre, leve e feliz, superei a minha culpa, aprendi a devolver à Eva o que é de Eva… pelo menos, em relação ao meu filho.

Quando sentir uma pontinha de culpa, pare e pense em quais as alternativas que você tem para não se sentir assim e busque colocá-las em prática. Nada é melhor do que viver sem culpa, apenas com responsabilidade. Esse sentimento, ao contrário da culpa, não nos paralisa, ele nos transforma – e aos nossos filhos – em seres humanos melhores.

Ana Dini é educadora, formada pela USP-SP, especialista em Educação Infantil. Há 18 anos atende crianças e pais em escolas de grande porte. Ministra o workshop “Como falar para o seu filho ouvir”. Contato: anapdini@hotmail.com

Passeios rurais e culturais

Seja nas férias ou nos finais de semana, vale a pena levar seus filhos para entrar em contato com a natureza e com os animais. Bichos de fazenda bem-cuidados são as vedetes destes locais, preparados para receber crianças de todas as idades.

BICHOMANIA

www.bichomanianet.com.br

tel. (11) 4242-1116, Caucaia do Alto, Cotia, SP.

Em visita monitorada, as crianças entram em contato com animais da fazenda como porco, vaca, cavalo, ovelha, galinha, coelho e pato. Espécies silvestres também são visitadas no mini-zoo com arara, papaguaio, quati, sagüi, jabuti, macaco prego e outros. É o suficiente para os pequenos se encantarem com a fauna e receberem dezenas de explicações, além de ainda poderem segurar filhotes e alimentar outros animais.

Brincar em um playground com brinquedos de madeira e escorregador de 15 metros, poder andar a cavalo e de charrete e praticar tirolesa completam o passeio. O almoço típico, servido em fogão de lenha, é delicioso.

Aberto aos sábados, domingos e feriados.

Ingresso: R$12,00 (menores de 3 anos e acima de 65 anos não pagam)

Almoço: R$16,00 (crianças até 7 anos – R$ 8,00, e menores 2 anos não pagam)

FAZENDINHA ESTAÇÃO NATUREZA

www.estacaonatureza.com.br

tels. (11) 5034-2728/0937, São Paulo, SP.

tels. (21) 2428 3288 / 3290, Rio de Janeiro, RJ.

Encravado na metrópole, em pleno bairro do Brooklin, um sítio com pomar, horta e diversos animais da fazenda dá às crianças urbanas uma idéias das delícias do mundo rural. Passear de charrete e a cavalo, plantar sementes, alimentar os bichos e acompanhar uma ordenha são algumas das atividades. A preocupação com a educação ambiental norteia a proposta da Fazendinha, que também possui uma vasta sede na cidade do Rio de Janeiro. Agende a visita por telefone.

Aberto aos sábados, domingos e feriados. Ingresso: de 2 a 12 anos, R$ 24,00; adultos, R$19,00; idosos acima de 65 anos não pagam.

PET ZOO

www.petzoo.com.br

tels. (11) 4158-1664 e 4158-4473, Caucaia do Alto, Cotia, SP.

Crianças pequenas se divertem aprendendo a ordenhar uma vaca, visitando o berçário com pintinhos, coelhinhos e outros animais e dando comida para alguns bichos crescidos. O passeio, monitorado, se completa com uma volta a cavalo ou com uma aventura mais radical na tirolesa.

Em julho, abre de terça a domingo, com atividades e oficinas de férias.Ingresso: R$ 18,00 por adulto e R$ 20,00 por criança (de 2 a 12 anos). Menores de 2 anos e maiores de 60 anos não pagam.

TRÊS SUGESTÕES de programas culturais para ocupar e divertir as crianças em julho (SP e RIO).

Lugar de Arte

Em espaço próprio para acolher crianças de 1 a 7 anos, esse ateliê em Alphaville (próximo a São Paulo) oferece uma programação gostosa que junta diversão com aprendizado! Durante uma semana, nos períodos da manhã (09h00 às 12h00) ou tarde (14h00 às 17h00) as crianças experimentam atividades diárias como brincadeiras “antigas”, rodas de música, massinha, desenho em diversos suportes, lanche especial para as férias, contação de histórias e cantos de faz de conta. Há atividades especiais para cada dia da semana: aula de marcenaria, de circo e de culinária são só alguns exemplos. Cada semana custa R$ 170,00 (por período, com lanche e material incluídos). Mais informações no www.lugardearte.com.br ou no tel. (11) 4191-5647.

Gato Mia

www.gatomia.com

tels. (21) 2239-9459 e 8111-9833, Rio de Janeiro, RJ.

Durante as férias, Andrea Bacellar transfere as divertidas oficinas do Gato Mia para o espaço do Tabladinho, com uma sala enorme e palco, além de terraço para brincadeiras. São duas semanas de atividades (de 21 a 25 de julho e de 28 de julho a 1 de agosto). É possível cursar uma semana completa ou escolher apenas as atividades preferidas. Veja alguns exemplos: na Oficina de Artes as crianças aprendem a fabricação de tinta, fazem pintura com areia colorida, lidam com argila, pintura e colagem. Na Hora do Banho do Gato Mia acontece a produção de xampu, condicionador e sabonetes. Culinária, bijuteria, moda e zen são os temas de outros encontros. Informe-se sobre a agenda das oficinas e preços no site http://www.gatomia.com. Quando acabarem as férias, as oficinas – próprias para crianças de 5 a 11 anos – também podem ser encomendadas para animar uma festa de aniversário em casa ou um encontro de família.

Férias na Vila

Em sua 9ª edição, o evento acontece durante a tarde, geralmente de 16h00 às 17h00, nas três unidades da Livraria da Vila (r. Fradique Coutinho, al. Lorena e Casa do Saber), na cidade de São Paulo. As atividades diárias, oferecidas gratuitamente, variam entre contação de histórias de infantis, música, teatrinho, oficinas de artes e até de coreografia. Confira a programação completa, que indica para qual idade é adequada cada atividade, no www.livrariadavila.com.br.